"Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic"

terça-feira, dezembro 18, 2012

Café com Microtauro: Há 15 anos, estavam batizados os blogs


Há 15 anos, estavam batizados os blogs
Se hoje você tem o seu blog pessoal, agradeça a Jorn Barger. Não, ele não foi o criador de algum sistema de postagem ou o primeiro a ter um site para falar sobre seus acontecimentos pessoais, mas sim o pioneiro no uso da palavra “weblog”. A primeira incidência do termo aconteceu em dezembro de 1997 e ainda está online.

O verbete caiu no gosto da galera e permaneceu assim por cerca de dois anos, até que Peter Merholz, outro autor, sugeriu a abreviação “blog” em seu site pessoal. Pouco depois, vieram os serviços que facilitavam a criação de páginas pelos seus usuários – com o Blogger sendo o mais famoso – para popularizar de vez a palavra.

Apesar de sites pessoais terem caído em desuso, o termo blog existe até hoje, mas com um significado um pouco diferente. Há controvérsias sobre a definição exata do termo, mas, para muitos, ele consiste em qualquer site que não seja vinculado a um portal ou que agregue informações por meio de posts em ordem cronológica. Não é mais o assunto que define um blog, e sim a forma como ele é atualizado.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/blog/34286-ha-15-anos-estavam-batizados-os-blogs.htm#ixzz2FRJ22qS1

The Purguistory: Calendários maias não previram que o mundo acaba em 2012


Calendários maias não previram que o mundo acaba em 2012
De acordo com a National Geographic, o calendário maia que supostamente profetiza sobre o fim do mundo em 2012 (confira a figura acima), na verdade, conta a história da vida e batalhas de um antigo governante.
Segundo a publicação, os maias eram excelentes matemáticos e sabiam guardar registros históricos como ninguém. Assim, eles não possuíam apenas um calendário, mas várias versões diferentes para acompanhar os ciclos solares e as celebrações sagradas, por exemplo, assim como outro calendário que marcava a passagem do tempo em ciclos de 5 mil anos.
Conforme explicou Ricardo Agurcia — um especialista sobre os maias —, existe apenas um monumento que faz referência ao dia 21 de dezembro de 2012. Entretanto, apesar da famosa data indicar o fim de um ciclo, para os maias isso não significava o apocalipse, mas sim um recomeço, um renascimento.

Vários calendários

Tanto que existem outros monumentos que trazem inscrições que “desmentem” que o mundo acaba no final desta semana, como um complexo descoberto no início do ano na Guatemala que conta com cálculos que apontam que o mundo deve continuar como está por outros 7 mil anos pelo menos.
Por alguma razão, o rumor de que os maias previram o fim do mundo acabou se espalhando — como ocorreu com outros inúmeros boatos envolvendo o apocalipse —, mas especialistas das mais diversas áreas asseguram que não é necessário estocar comida e água, construir uma Arca de Noé, cápsula a prova de desastres ou fugir para locais sagrados.
Portanto, curta as festas de fim de ano ao máximo — afinal, esse deveria ser o objetivo de todas as celebrações —, e não se esqueça de fazer aquela listinha com todos os planos e metas que você tem para o ano que vem. Você certamente vai precisar dela.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/34241-calendarios-maias-nao-previram-que-o-mundo-acaba-em-2012.htm#ixzz2FRIUTUI1

Café com Microtauro: Fracasso do Windows 8 pode decretar o fim da era Ballmer


Fracasso do Windows 8 pode decretar o fim da era Ballmer 
Ao apresentar ao mundo a versão final do Windows 8, Steve Ballmer decretou que o sistema operacional era tão revolucionário quanto o Windows 95. Segundo ele, a nova versão da plataforma tem o potencial de alterar completamente a maneira como nos relacionamos com os computadores.
Caso as palavras do CEO da Microsoft tenham peso o suficiente para convencer os consumidores, isso pode significar um prolongamento de sua era à frente da gigante dos softwares. Porém, caso a estratégia da empresa em investir pesado no mercado de dispositivos portáteis dê errado, a primeira cabeça a rolar pode ser a de Ballmer.
Até o momento, os resultados não têm sido exatamente animadores: somente 40 milhões de licenças do Windows 8 foram vendidas até o momento, e as vendas do Surface não foram exatamente arrebatadoras. “Há muito em jogo no que diz respeito ao segmento portátil”, afirmou ao New York Post a analista da Gartner Carolina Milanesi. “A Microsoft precisa ser bem-sucedida nesse segmento, porque é para lá que os consumidores estão indo”, complementa.

Uma aposta arriscada

Embora a estratégia adotada por Ballmer de oferecer a mesma experiência entre diferentes dispositivos usando o novo sistema operacional tenha sido elogiada, as vendas do software ainda estão longe de serem satisfatórias. Uma das principais culpadas por isso pode ser a rede de distribuição da empresa, que não conseguiu disponibilizar o Surface em lugares suficientes para que os consumidores consigam encontrá-lo.
No começo da semana, analistas da Barclays Capital reduziram as previsões de venda do tablet em 65% em decorrência dos problemas enfrentados pela Microsoft. Além das dificuldades de distribuição, o dispositivo sofre com seu preço de US$ 550, que fica acima até mesmo do iPad, que pode ser encontrado por US$ 449 nas lojas norte-americanas.
Fracasso do Windows 8 pode decretar o fim da era Ballmer 
Até mesmo as 40 milhões de licenças do Windows 8 ativadas até o momento podem ser consideradas problemáticas — afinal, isso não corresponde sequer a 1% das máquinas que possuem algum sistema operacional da companhia instalado. No campo dos smartphones, a empresa sofre dificuldades semelhantes, embora sua participação de mercado cresça em ritmo constante.
A previsão da Gartner é que, até 2016, os aparelhos Windows Phone detenham uma participação de 16% no segmento — quase nada em comparação com aparelhos Apple e Android. “Se o Windows 8 falhar, Ballmer seria bastante questionado”, afirma Milanesi — entre os possíveis sucessores para o cargo já foi cogitado o nome de Bill Gates, opção considerada pouco provável pelo mercado. “Ele já cumpriu seu tempo e partiu para outras iniciativas”, complementa a analista.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/microsoft/34291-fracasso-do-windows-8-pode-decretar-o-fim-da-era-ballmer.htm#ixzz2FRHQ5adJ