A partir de agora, a TV Purga publicará nas quintas-feiras receitas culinárias, prepare seu prato e aguarde.
"Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic"
quinta-feira, novembro 07, 2013
segunda-feira, novembro 04, 2013
Purgástico: 5 exemplos científicos de como o seu cérebro engana você
O cérebro, como você já sabe, é o órgão que não só comanda todas as funções biológicas que acontecem no nosso organismo, como também é o responsável por processar todas as informações e estímulos que recebemos do ambiente no qual nos encontramos.
No entanto, algumas vezes ele nos prega algumas peças, fazendo com que acreditemos em coisas que não existem ou tenhamos sensações que não deveríamos ter. O pessoal do site ListVerse publicou uma interessante lista com alguns desses truques que o cérebro aplica sobre a gente, e a seguir você pode conferir cinco deles:
1 – Síndrome da falsa memória
Como é que alguém vai duvidar das próprias experiências, aquelas vividas no passado e que ficaram guardadas na memória? Pois saiba que é incrivelmente fácil “plantar” falsas memórias nas mentes das pessoas, e isso ocorre porque o cérebro está constantemente tentando absorver todas as informações presentes no ambiente que nos rodeia.
Contudo, como isso é impossível, algumas lacunas acabam se formando, e a mente preenche esses espaços em branco com memórias — baseadas em nossas experiências e conhecimento pré-existentes — para que essas informações façam sentido. É aqui que as falsas memórias podem ser plantadas, e elas chegam a ser tão convincentes que inclusive somos capazes de criar detalhes sobre determinado acontecimento que jamais ocorreu e acreditar que tudo foi real.
2 – Dor solidária
Sabe quando você vê alguém acertando o dedo com o martelo ou escuta uma história sobre alguma pessoa que se machucou em um acidente e se contrai como se estivesse sentindo a dor no próprio corpo? Essa sensação se chama dor solidária, e os pesquisadores descobriram que, quando vemos expressões de dor, a região do nosso cérebro que é ativada é a mesma de quando fazemos essas expressões.
Além disso, os humanos estão “programados” para refletir os mesmos sentimentos que os demais, tal como ocorre quando vemos alguém gargalhando, bocejando etc.
3 – Saturação semântica
Já aconteceu com você de, depois de repetir uma mesma palavra inúmeras vezes, perceber que ela começa a perder o seu significado? Essa é a saturação semântica, e ela ocorre porque a repetição verbal contínua satura o cérebro que, então, começa a perder a capacidade de relacionar a palavra ao seu significado.
Mas não pense que os pesquisadores não conseguiram encontrar uma utilidade para esse truque mental: a saturação semântica pode ser utilizada para ajudar pessoas que gaguejam e inclusive foi aplicada em um indivíduo que sofria de coprolalia — verbalização involuntária de palavras ou comentários obscenos —, fazendo-o repetir seus palavrões favoritos várias vezes.
4 – Intuicionismo moral
Sabe quando alguém pergunta a você sobre questões como o incesto ou o canibalismo e, apesar de ter opiniões bem fortes a respeito desses temas, você simplesmente não consegue elaborar nenhum argumento para explicar a razão de considerar ambos moralmente errados? Essa dificuldade é explicada como intuicionismo moral, e provavelmente está relacionada com o fato de que certos tabus estejam profundamente enraizados em nossa sociedade.
5 – Alucinações
Embora a maioria das pessoas acredite que as alucinações ocorrem apenas como efeito do uso de algumas drogas, a verdade é que diversas condições podem desencadear esse curioso processo, tais como a febre alta e a fadiga extrema, por exemplo. Além disso, também podemos sofrer de alucinações naquele momento em que estamos caindo no sono (alucinações hipnogógicas) ou quando estamos despertando (alucinações hipnopômpicas).
Esses tipos de alucinações podem ser de natureza tanto auditiva quanto visual e, apesar de serem mais comuns em indivíduos extremamente cansados ou com determinadas condições mentais pré-existentes, elas também podem ocorrer com pessoas saudáveis. Aliás, além desses eventos durante estados de semiconsciência, todos nós podemos sofrer de alucinações auditivas enquanto estamos completamente acordados.
sexta-feira, novembro 01, 2013
Purgástico: 15 coisas que você provavelmente não sabe sobre a fome
A gente acorda e vai tomar café da manhã, depois estuda ou trabalha um pouco e faz um lanchinho, quando nos damos conta, já era hora do almoço e mais um pouco estamos jantando. No dia seguinte, toda essa rotina alimentar se repete e nem nos damos conta de como a alimentação ocupa boa parte do nosso tempo.
Mas, e quando não há comida?! Seja por falta de recursos – como sabemos que infelizmente acontece em diversas partes do mundo – ou por escolha própria, é preciso entender o que a ausência de alimentos pode causar no nosso organismo.
Entenda mais sobre o assunto e descubra algumas curiosidades conferindo abaixo as 15 coisas que você provavelmente não sabe sobre a fome:
1. Não é preciso esperar muito para saber que está com fome. Basta ficar algumas horas sem comida para que movimentos musculares contínuos liberem gases nos intestinos. Depois de muitas horas, o organismo começa a queimar ácidos graxos em vez de glicose para poder manter seu funcionamento. Dentro de poucos dias, o corpo passa a se alimentar das próprias proteínas.
2. Sem a ingestão de calorias, o corpo não terá mais como produzir glicose suficiente para alimentar o cérebro, que precisa de uma dose diária equivalente ao açúcar encontrado em 3 latas de refrigerante. Em vez de parar de funcionar, ele passa a utilizar suas reservas de cetona – um derivado dos ácidos graxos.
3. Acredita-se que seja essa capacidade humana de buscar outros recursos dentro do próprio organismo que tenha permitido o sucesso da nossa sobrevivência com relação a outros primatas.
4. O desconforto e a fraqueza são as principais características desse estágio da fome. Mas nada disso se compara aos sintomas da desnutrição crônica que causam a distensão do abdômen e o inchaço do fígado. Porém, as principais causas de morte entre pessoas subnutridas são de ordem cardíaca graças aos danos extremos que ocorrem nos tecidos do coração.
5. Cerca de 1 bilhão de pessoas dorme com fome todos os dias, de acordo com a Agência Norte Americana para o Desenvolvimento Internacional. Dessas, 200 milhões são crianças. A falta de vitaminas e nutrientes, especialmente em crianças de até 1 ano, pode afetar o desenvolvimento do cérebro e a inteligência.
6. Alguns estudos apontam que a deficiência de ferro no organismo, que é mais umas das consequências da desnutrição, pode fazer com que os anêmicos acabem comento barro e terra.
7. Outros estudos sugerem que a nossa busca por refeições ricas em calorias seja uma herança dos homens das cavernas, quando os caçadores precisavam armazenar energia entre as refeições, que não eram regulares. Atualmente, nossa necessidade é por gorduras e açúcares, que fazem com que o organismo libere substâncias que podem resultar em uma leve euforia, além de contribuírem para o surgimento de obesidade e diabetes.
8. Carboidratos refinados podem nos dar ainda mais fome ao interferir nas mensagens que o sistema digestivo envia para o cérebro para avisar que já está satisfeito.
9. Um estudo realizado com imagens cerebrais em 2004 revelou que somente o fato de pensar em sua comida favorita pode fazer com que o organismo libere dopamina, um hormônio que traz a sensação de bem-estar e que também é produzido durante o sexo e o uso de drogas.
10. Já uma pesquisa de 2007 mostrou que as mulheres que tentaram parar de pensar em chocolate acabaram comendo 50% mais do que aquelas que foram estimuladas a falar sobre seus desejos.
11. Medicamentos para diminuir a fome ou inibir o apetite – o que, em geral, é trabalho de um hormônio chamado leptina – são um negócio que movimenta bilhões de dólares nos Estados Unidos.
12. Novas pesquisas indicam que pessoas que carregam o gene FTO da obesidade liberam continuamente o hormônio grelina, que para de ser liberado quando o sistema digestivo deseja avisar ao cérebro que está satisfeito.
13. Curiosamente, alguns dos mais altos níveis de grelina foram identificados em pacientes com anorexia.
Fonte: http://www.megacurioso.com.br/corpo-humano/39575-15-coisas-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-fome.htm
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