"Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic"

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Purgo Repórter: 13 Fenômenos naturais pouco conhecidos


As clássicas maravilhas da natureza são enormes, famosas e difíceis de não perceber – cânions vastos, montanhas gigantescas, cataratas descomunais e coisas do tipo. No entanto, muitos dos fenômenos naturais mais fantásticos são, ao mesmo tempo, alguns dos menos perceptíveis, seja por suas condições raras de surgimento ou por sua localização remota.

Indo desde pedras que se movem sozinhas sem explicação plausível até tornados de puro fogo e fumaça que são mais destrutivos do que os incêndios que os originaram, listamos a seguir algumas das maravilhas mais belas, inspiradoras e, por que não, aterrorizantes da natureza.

1 – Rochas deslizantes
As misteriosas pedras ambulantes do deserto de lama batida do Vale da Morte, na Califórnia, são motivo de controvérsia científica há décadas. Elas são rochas de tamanhos e formatos variados, algumas pesando centenas de quilos, que chegam a se mover por quilômetros e mais quilômetros sem algum motivo aparente, deixando um rastro atrás de si.

Alguns cientistas chegaram a propor que uma combinação de ventos fortes e gelo na superfície pudesse ser responsável pelo fenômeno, mas isso não explica os casos de pedras que começam lado a lado e se movem em velocidades e direções distintas. Além disso, as contas dos físicos também não batem, já que seriam necessários ventos de centenas de quilômetros por hora para mover algumas das rochas.

2 – Basalto colunar
Quando um fluxo de lava espesso se resfria, ele acaba se contraindo verticalmente, mas rachando em sentido perpendicular à direção em que fluía. Esse fenômeno acontece com um grau de regularidade geométrica tão grande que, na maioria dos casos, ele forma uma surpreendente grade de projeções hexagonais que parecem até ter sido feitas por seres humanos.

Um dos exemplos mais famosos desse fenômeno é a Calçada dos Gigantes, na costa da Irlanda (que você pode ver nas fotos abaixo). Porém, a maior e mais reconhecida ocorrência talvez seja a Torre do Diabo, nos estado norte-americano do Wyoming. O basalto também toma formas distintas e igualmente fascinantes quando as erupções são expostas a correntes de ar ou à água.

3 – Buracos azuis
Essas manchas escuras são quedas gigantescas e abruptas na elevação subaquática que são perfeitamente visíveis da superfície quando olhamos de cima e comparamos sua tonalidade com a dos arredores. Essas cavernas podem ter centenas de pés de profundidade e algumas contêm fósseis que foram encontrados nas suas profundezas, completamente preservados.

Com o equipamento apropriado, mergulhadores são capazes de explorar esses ambientes profundos, mas a baixa taxa de oxigênio devido à má circulação da água faz com que haja pouquíssima vida nesses lugares, deixando-os assombrosamente vazios.

4 – Marés vermelhas
As marés vermelhas nada mais são do que influxos súbitos de enormes quantidades de algas coloridas de célula única, que juntas acabam deixando áreas inteiras de um oceano com uma coloração vermelho-sangue. Embora algumas delas sejam relativamente inofensivas, outras são portadoras de toxinas mortais que causam a morte de peixes, aves e mamíferos marinhos.

Em alguns casos, até mesmos seres humanos já sofreram os efeitos nocivos das marés vermelhas, mas não há nenhum caso conhecido de pessoas que tenham morrido por conta do fenômeno. Embora possam ser altamente nocivos em grandes conjuntos, os fitoplânctons que as constituem não são perigosos em pequenas quantidades.

5 – Círculos de gelo
Enquanto muitos podem ver esses círculos aparentemente perfeitos de gelo como motivo para teorias de conspiração, cientistas acreditam que eles sejam formados quando pedaços flutuantes de gelo são rodados por correntes circulares de água (conhecidas como eddies), formadas por fluxos fortes de água que passam por objetos sólidos.

Como resultado dessa rotação, outros pequenos pedaços de gelo se acumulam simetricamente nas beiradas do bloco até que ele se transforme em um círculo quase perfeito. Já foram encontrados locais com círculos de gelo com mais de 152 metros de diâmetro e até mesmo grupos dessas formações, com tamanhos idênticos ou diferentes entre si.

6 – Nuvens mammatus
Fazendo jus à sua aparência medonha, as nuvens mammatus costumam ser mensageiras de tempestades ou outros abalos atmosféricos que estejam a caminho. Compostas predominantemente por gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em todas as direções, com formações individuais que aparentam ficar completamente paradas por entre 10 e 15 minutos.

7 – Dolinas
Conhecidas em inglês como sinkholes, as dolinas são um evento natural consideravelmente assustador. Com o passar do tempo, fluxos subterrâneos de água causam erosão no solo abaixo da superfície até que a terra acima ceda e desmorone para as profundezas, algumas vezes de forma bastante abrupta.

Muitas vezes, esse fenômeno acontece de forma natural, mas existem ocorrências causadas pela interferência humana, seja ao deslocar fluxos de água ou pela ação de tubulação rompida. Dolinas urbanas de grande profundidade já se formaram mundo afora, consumindo partes de quadras, calçadas e até mesmo prédios inteiros.

8 – Penitentes
Nomeadas em menção a monges do estado norte-americano do Novo México que usavam capuzes extremamente pontudos, as penitentes são incríveis lâminas de gelo de formação natural que crescem do chão em direção ao sol. Mais comumente encontradas em altitudes elevadas, elas podem se tornar mais altas que os seres humanos e tomar campos extensos, que ficam repletos de pontas geladas.

Enquanto o gelo vai derretendo, pequenos desníveis iniciais são formados entre partes distintas dos blocos gelados. Com o passar do tempo, essas diferenças de altura modificam a ação do vento no degelo e criam sombras que diminuem o efeito do sol, criando as pontas acentuadas.

9 – Nuvens lenticulares
Não, essas formações não são OVNIs – nem coberturas artificialmente criadas para camuflá-los. As nuvens lenticulares são fenômenos evitados por aviadores tradicionais, mas amados por pilotos de planadores. Elas são massas com uma forte corrente de ar ascendente que pode levar os aviões sem motor a grandes alturas, normalmente formadas quando ventos rápidos são desviados para cima ao passarem por um grande objeto terrestre, como uma montanha.

10 – Pilares de luz
Essas colunas luminosas de aparência quase sólida se projetam pelo céu quando a luz reflete em cristais de gelo por um ângulo preciso, seja vinda do sol (como vemos nas duas primeiras figuras abaixo) ou de fontes artificiais, como luminárias de ruas ou parques. Apesar de sua aparência maciça, o efeito dos pilares de luz é inteiramente criado pelo ponto de vista relativo dos observadores.

11 – Lua laranja
Embora a maioria das pessoas já tenha presenciado esse fenômeno ao menos uma vez na vida, poucos sabem o que faz com que o satélite natural do nosso planeta ocasionalmente apareça com cores alaranjadas em regiões baixas do céu.

Quando a lua aparece mais próxima ao horizonte, os raios de luz solar que são refletidos nela são forçados a atravessar uma camada muito maior da nossa atmosfera até nos atingir, o que faz com que apenas as luzes de espectros entre o amarelo e o vermelho nos alcancem, o que inclui o laranja.

12 – Parélios
Conhecidos em inglês como sundogs, esses pontos luminosos em volta do sol possuem um processo de formação parecido com o dos pilares de luz, baseado nos raios luminosos passando por cristais. O formato e a direção dos sólidos translúcidos podem causar uma forte alteração no impacto visual para os observadores, produzindo caudas maiores e mudando as cores que podem ser vistas.

A altura relativa no céu da nossa principal estrela faz com que os parélios apareçam mais próximos ou mais distantes do astro. Condições climáticas variáveis em outros planetas do Sistema Solar podem levar ao surgimento de auréolas com até quatro desses pontos a partir da perspectiva desses mundos. O fenômeno é discutido e avaliado desde tempos ancestrais, com registros escritos datando da época dos egípcios e gregos.

13 – Tornados de fogo
Eles aparecem no meio ou nos arredores de incêndios descontrolados quando ocorre uma convergência de condições favoráveis, e podem ser causados por outros eventos naturais, como terremotos e tempestades de raios.

Os tornados de fogo podem ser extremamente perigosos, muitas vezes avançando até grandes distâncias e causando destruição e morte em áreas que de outra forma não seriam tocadas pelas chamas. O fenômeno costuma ter cerca de 1,5 quilômetro de altura, gerar ventos de mais de 160 quilômetros por hora e dura 20 minutos ou mais.


Fonte: http://www.megacurioso.com.br/fenomenos-da-natureza/37950-13-fenomenos-naturais-espetaculares-pouco-conhecidos.htm

terça-feira, janeiro 07, 2014

Menus Vusê: Dicas para lavar a louça


Com todas as receitas que serão aqui colocadas, obviamente sobre muita ou alguma louça, então separamos uma série de dicas para você lavar a louça mais rápido e de maneira mais eficiente. Tudo é uma questão de ordem e de preparação. Parece mentira, mas a ordem que você lava a louça diminui (e muito) o tempo gasto na frente da pia.

Preparatório

• Antes de lavar, limpe os pratos retirando todo o resto de comida. Assim você evita entupir a pia e facilita a lavagem porque remove a maior parte da gordura.

• Se tiver louça com resíduos já endurecidos, é melhor pegar uma bacia com água e mergulhar esses itens (e deixá-los por último).

• Organize a pia: coloque as panelas e formas em cima do fogão, os pratos empilhados e os copos ao lado. Dentro da pia você pode colocar os talheres.

Ordem
Para facilitar sua vida uma ordem deve ser seguida:

1º • Copos
Contém quase nada de gordura. Como ocupam bastante volume na pia, ainda vão liberar um espaço para que você continue o trabalho.


2º • Talheres
São os itens que na escala de gordura ainda apresentam uma quantidade mínima. Além disso eles são pequenos e rápidos de serem lavados.

3º • Pratos
Lembre-se que se eles estiverem com um crosta de sujeira endurecida é melhor deixa-los mergulhados em uma bacia com água, antes de lavar. Para evitar esse tipo de trabalho, é bom passar um papel toalha neles assim que acabar de comer, assim você retira os resíduos mais grossos e facilita seu trabalho mais tarde.

4º • Bacias
Se for o caso coloque um pouco de água antes para amolecer a sujeira e facilitar a lavagem.

5º • Panelas e Formas
São as últimas. Contém uma quantidade absurda de gordura e você vai precisar de bastante espaço na pia para finalizar o trabalho.

Dicas

• Use um detergente que seja consistente (mas biodegradável) e faça bastante espuma, ajuda a remover a gordura melhor.

• Lave a louça por partes, seguindo a ordem acima. Lave um bloco de louça, enxágue, lave outro, enxágue e assim por diante.

• Desligue a torneira enquanto você esfrega a louça. Lembre-se que 15 Minutos de torneira aberta é o equivalente a 240 litros de água. Por isso tente diminuir o tempo que sua torneira fica aberta, durante a lavagem das louças. Você fica feliz, pois a conta de água diminui. O meio ambiente fica feliz sem o desperdício.

• A esponja é um mar para germes e bactérias, deve-se utilizar por uma semana, no máximo, por duas. E mesmo assim alguns cuidados são necessários, como mergulhar sua esponja em uma solução de água e água sanitária todas as noites. Não a deixe em cima do sabão. Para soluções mais efetivas na hora de limpar panelas, use uma esponja de aço inoxidável, como explicamos nesse post aqui. Mas mantenha longe de panelas de Teflon ou de coisas que risquem.

• Ao tentar remover manchas de panelas antiaderentes, misture 2 colheres de sopa de soda de cozimento com 1 xícara de água e 1/2 xícara de alvejante líquido. Ferva a solução na panela por vários minutos até que as manchas desapareçam normalmente.

Fonte: http://guiadossolteiros.com/2011/03/11/como-lavar-louca-mais-rapido/

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Purgo Repórter: Qual a planta que cresce mais rápido?


O bambu é o campeão. O recorde pertence a uma espécie gigantesca, a Phyllostachys edulis. "No Japão, em 1956, cientistas atestaram que essa planta pode crescer até 1,21 metro em um único dia. Outra espécie, o Bambusa arundinacea, aumentou 91,3 cm em apenas 24 horas", afirma o agrônomo Anísio Azzini, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). O segredo é que o bambu, ao contrário da maioria dos vegetais, não cresce apenas nas pontas. Ele estica também entre um gomo e outro. Existe uma razão especial para isso: toda planta possui na ponta do caule um tecido responsável por seu crescimento, chamado meristema apical. O bambu leva vantagem porque além desse tecido, ele possui outro, o meristema intercalar, que produz novas células para o aumento dos gomos. "Por isso, a distância entre eles vai aumentando até ficarem maduros", diz o agrônomo Lázaro Peres, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP.
Vegetais que não têm meristema intercalar também esticam entre os gomos - só que muito mais devagar, porque apenas as células antigas crescem. Outra planta ligeirinha é o arroz (Oryza sativa), que pode espichar até 25 centímetros por dia. "Nos arrozais alagados, um crescimento acelerado do caule é essencial para a folha respirar e fazer fotossíntese", afirma Lázaro.