"Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic"

terça-feira, janeiro 07, 2014

Menus Vusê: Dicas para lavar a louça


Com todas as receitas que serão aqui colocadas, obviamente sobre muita ou alguma louça, então separamos uma série de dicas para você lavar a louça mais rápido e de maneira mais eficiente. Tudo é uma questão de ordem e de preparação. Parece mentira, mas a ordem que você lava a louça diminui (e muito) o tempo gasto na frente da pia.

Preparatório

• Antes de lavar, limpe os pratos retirando todo o resto de comida. Assim você evita entupir a pia e facilita a lavagem porque remove a maior parte da gordura.

• Se tiver louça com resíduos já endurecidos, é melhor pegar uma bacia com água e mergulhar esses itens (e deixá-los por último).

• Organize a pia: coloque as panelas e formas em cima do fogão, os pratos empilhados e os copos ao lado. Dentro da pia você pode colocar os talheres.

Ordem
Para facilitar sua vida uma ordem deve ser seguida:

1º • Copos
Contém quase nada de gordura. Como ocupam bastante volume na pia, ainda vão liberar um espaço para que você continue o trabalho.


2º • Talheres
São os itens que na escala de gordura ainda apresentam uma quantidade mínima. Além disso eles são pequenos e rápidos de serem lavados.

3º • Pratos
Lembre-se que se eles estiverem com um crosta de sujeira endurecida é melhor deixa-los mergulhados em uma bacia com água, antes de lavar. Para evitar esse tipo de trabalho, é bom passar um papel toalha neles assim que acabar de comer, assim você retira os resíduos mais grossos e facilita seu trabalho mais tarde.

4º • Bacias
Se for o caso coloque um pouco de água antes para amolecer a sujeira e facilitar a lavagem.

5º • Panelas e Formas
São as últimas. Contém uma quantidade absurda de gordura e você vai precisar de bastante espaço na pia para finalizar o trabalho.

Dicas

• Use um detergente que seja consistente (mas biodegradável) e faça bastante espuma, ajuda a remover a gordura melhor.

• Lave a louça por partes, seguindo a ordem acima. Lave um bloco de louça, enxágue, lave outro, enxágue e assim por diante.

• Desligue a torneira enquanto você esfrega a louça. Lembre-se que 15 Minutos de torneira aberta é o equivalente a 240 litros de água. Por isso tente diminuir o tempo que sua torneira fica aberta, durante a lavagem das louças. Você fica feliz, pois a conta de água diminui. O meio ambiente fica feliz sem o desperdício.

• A esponja é um mar para germes e bactérias, deve-se utilizar por uma semana, no máximo, por duas. E mesmo assim alguns cuidados são necessários, como mergulhar sua esponja em uma solução de água e água sanitária todas as noites. Não a deixe em cima do sabão. Para soluções mais efetivas na hora de limpar panelas, use uma esponja de aço inoxidável, como explicamos nesse post aqui. Mas mantenha longe de panelas de Teflon ou de coisas que risquem.

• Ao tentar remover manchas de panelas antiaderentes, misture 2 colheres de sopa de soda de cozimento com 1 xícara de água e 1/2 xícara de alvejante líquido. Ferva a solução na panela por vários minutos até que as manchas desapareçam normalmente.

Fonte: http://guiadossolteiros.com/2011/03/11/como-lavar-louca-mais-rapido/

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Purgo Repórter: Qual a planta que cresce mais rápido?


O bambu é o campeão. O recorde pertence a uma espécie gigantesca, a Phyllostachys edulis. "No Japão, em 1956, cientistas atestaram que essa planta pode crescer até 1,21 metro em um único dia. Outra espécie, o Bambusa arundinacea, aumentou 91,3 cm em apenas 24 horas", afirma o agrônomo Anísio Azzini, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). O segredo é que o bambu, ao contrário da maioria dos vegetais, não cresce apenas nas pontas. Ele estica também entre um gomo e outro. Existe uma razão especial para isso: toda planta possui na ponta do caule um tecido responsável por seu crescimento, chamado meristema apical. O bambu leva vantagem porque além desse tecido, ele possui outro, o meristema intercalar, que produz novas células para o aumento dos gomos. "Por isso, a distância entre eles vai aumentando até ficarem maduros", diz o agrônomo Lázaro Peres, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP.
Vegetais que não têm meristema intercalar também esticam entre os gomos - só que muito mais devagar, porque apenas as células antigas crescem. Outra planta ligeirinha é o arroz (Oryza sativa), que pode espichar até 25 centímetros por dia. "Nos arrozais alagados, um crescimento acelerado do caule é essencial para a folha respirar e fazer fotossíntese", afirma Lázaro.

sexta-feira, dezembro 27, 2013

Purga Rurar: Tipos de uvas


Cada uma das mais de 60 mil variedades conhecidas possui características únicas de cor, sabor, aroma e tamanho. Tudo indica que os primeiros ancestrais das atuais videiras tenham surgido há milhões de anos na Groenlândia. De lá, elas chegaram à América, Ásia e Europa, onde surgiram os dois principais grupos da fruta. O primeiro reúne os tipos da espécie Vitis vinifera, que apareceu primeiro no continente asiático, mas depois se espalhou pela Europa. "São as variedades de maior qualidade, geralmente usadas para a fabricação de vinhos nobres. Alguns exemplos são as famosas uvas francesas merlot, cabernet e chardonnay. Apenas 20% dos tipos pertencem a esse grupo", diz o engenheiro agrônomo Fernando Picarelli Martins, consultor da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Campinas (SP). O segundo grupo engloba as videiras americanas, principalmente da espécie Vitis labrusca.

Consideradas menos requintadas, variedades como a uva niagara servem apenas para vinhos baratos, mas são muito populares na alimentação ou no preparo de geléias e sucos, além de possuírem maior resistência às variações de clima e doenças. No Brasil, as primeiras uvas chegaram com a expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza, em 1532, mas o cultivo só cresceu no século 19, com a imigração italiana para os estados da região Sul, que hoje concentram 90% da área cultivada com a fruta no país. Por aqui, o sucesso da uva vem acompanhado de um costume: antes de apreciar o sabor, muita gente costuma desprezar a casca da fruta. Mas os especialistas garantem que comer essa embalagem natural não faz mal. "Não há registro de contaminação por agrotóxicos, porque o produtor respeita um período pré-determinado entre a aplicação do produto e a venda. De qualquer forma, é só lavar bem a uva antes de comer", diz Fernando.

Com essa simples precaução, vale a pena aproveitar os benefícios nutritivos da casca. "Estudos recentes indicam que ela ajuda na proteção imunológica e reduz a formação de radicais livres, moléculas que podem estar ligadas ao aparecimento de câncer no corpo", afirma a nutricionista Anita Sachs, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Fonte: Fernando Picarelli Martins, consultor da Embrapa Transferência de Tecnologia - Escritório de Negócios de Campinas, SP, e bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Dados da produção brasileira: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE), 1999

Detalhamento

1- Nacional
Também conhecida como uva Isabel, é o tipo mais plantado no Brasil, ocupando quase a metade das videiras. O nome é uma homenagem à americana Isabella Gibbs, que iniciou o cultivo nos Estados Unidos, no início do século 19. Excelente para a produção de geléias e sucos, sofre com a fragilidade para o transporte e armazenamento.

2- Niagara Rosada
Chamada também de uva rosada, é uma variedade brasileira. Foi descoberta no meio de uma plantação de niagaras brancas nos vinhedos de Louveira (SP) em 1933. Encontrada por acaso por um agricultor, espalhou-se pelo estado de São Paulo. A fruta de polpa mole e doce é o tipo de uva mais consumido no país.

3- Cabernet Sauvignon 
É uma das uvas mais nobres, servindo de base para os famosos vinhos tintos da região de Bordeaux, na França. A excelente qualidade da bebida, cujo aroma e buquê evoluem com o envelhecimento, fez com que a cultura se expandisse pela Itália, Espanha, Grécia e Estados Unidos. O cultivo da cabernet responde por só 0,5% do total de uvas plantadas no Brasil.

4- Thompson
É o tipo mais plantado no mundo. Originalmente chamada de sultanina, apareceu na Ásia Menor há muitos séculos. Na América, foi rebatizada em homenagem a William Thompson, primeiro a cultivá-la na Califórnia. Seu grande atrativo é não ter sementes, o que faz dela a uva mais popular nos Estados Unidos. Também serve para produzir passas.

5- Chardonnay
Essa variedade de cachos pequenos é a mais tradicional na produção de vinhos brancos em todo o mundo. Ganhou fama no século 19, na região da Borgonha, na França, e começou a ser plantada no Brasil na década de 1980. Por aqui, a produção aumentou nos últimos 15 anos, mas ainda representa apenas 0,1% do total dos vinhedos cultivados.

6- Moscatel Branca
Surgida provavelmente na Grécia antiga, essa uva verde-amarelada de aroma forte se adaptou bem aos diversos continentes para onde foi levada. Em cada país, recebia um nome diferente - o "moscatel" apareceu na região de Setúbal, em Portugal. No Brasil, é usada para a alimentação e na produção de vinhos brancos.

7- Itália
Batizada pelo italiano Alberto Pirovano em 1927, surgiu a partir de um cruzamento entre as uvas bicane e moscatel de Hamburgo. Sua polpa saborosa não costuma ser usada para a produção de vinhos, mas é um tipo bastante apreciado como fruta fresca. Tem uma versão rosada, chamada no Brasil de uva-rubi.

8- Merlot
Junto com a cabernet, pinot noir e syrah, é considerado um dos quatro tipos mais requisitados para os vinhos tintos. Também surgiu em Bordeaux, na França. Em 1900, fixou-se no Rio Grande do Sul, onde mais de 5 mil toneladas anuais (0,6% da produção nacional) servem de matéria-prima para a bebida.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-as-diferencas-entre-os-varios-tipos-de-uva