"Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic"

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terça-feira, dezembro 03, 2013

Instrelas: Níveis de Bodas


Bodas é o nome da celebração das festas de casamento, sejam elas no civil ou religioso. As bodas são comemoradas todos os anos e a cada ano recebe um significado e uma denominação diferente.
O termo boda tem sua origem no latim "vota" que significa  "promessa". Boda é uma celebração de casamento, o nome é mais usado no plural: bodas e se refere aos votos matrimoniais, feitos no dia do casamento. Para cada ano de bodas existe um material que representa a nova etapa, e já é uma celebração tradicional na cultura ocidental comemorar o aniversário de bodas.
A tradição das bodas surgiu na Alemanha, onde era costume de pequenos povoados, oferecer uma coroa de prata aos casais que fizessem 25 anos de casados, e uma de ouro aos que chegassem aos 50. Então, com o passar dos séculos, foram criadas outras simbologias para os anos que ficam entre os 25 e os 50, e quanto mais tempo de casado, maior é a importância do material, que vai do mais frágil ao mais valorizado.
Níveis de Bodas
1             Bodas de Papel
2             Bodas de Algodão
3             Bodas de Trigo ou Couro
4             Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5             Bodas de Madeira ou Ferro
6             Bodas de Perfume ou Açúcar
7             Bodas de Latão ou Lã
8             Bodas de Papoula ou Barro
9             Bodas de Cerâmica ou Vime
10           Bodas de Estanho ou Zinco
11           Bodas de Aço
12           Bodas de Seda ou Ônix
13           Bodas de Linho ou Renda
14           Bodas de Marfim
15           Bodas de Cristal
16           Bodas de Turmalina
17           Bodas de Rosa
18           Bodas de Turquesa
19           Bodas de Cretone ou Água-marinha
20           Bodas de Porcelana
21           Bodas de Zircão
22           Bodas de Louça
23           Bodas de Palha
24           Bodas de Opala
25           Bodas de Prata
26           Bodas de Alexandrita
27           Bodas de Crisopázio
28           Bodas de Hematita
29           Bodas de Erva
30           Bodas de Pérola
31           Bodas de Nácar
32           Bodas de Pinho
33           Bodas de Crizo
34           Bodas de Oliveira
35           Bodas de Coral
36           Bodas de Cedro
37           Bodas de Aventurina
38           Bodas de Carvalho
39           Bodas de Mármore
40           Bodas de Rubi ou Esmeralda
41           Bodas de Seda
42           Bodas de Prata Dourada
43           Bodas de Azeviche
44           Bodas de Carbonato
45           Bodas de Platina ou Safira
46           Bodas de Alabastro
47           Bodas de Jaspe
48           Bodas de Granito
49           Bodas de Heliotrópio
50           Bodas de Ouro
51           Bodas de Bronze
52           Bodas de Argila
53           Bodas de Antimônio
54           Bodas de Níquel
55           Bodas de Ametista
56           Bodas de Malaquita
57           Bodas de Lápis Lazuli
58           Bodas de Vidro
59           Bodas de Cereja
60           Bodas de Diamante ou Jade
61           Bodas de Cobre
62           Bodas de Telurita
63           Bodas de Sândalo ou Lilás
64           Bodas de Fabulita
65           Bodas de Ferro
66           Bodas de Ébano
67           Bodas de Neve
68           Bodas de Chumbo
69           Bodas de Mercúrio
70           Bodas de Vinho
71           Bodas de Zinco
72           Bodas de Aveia
73           Bodas de Manjerona
74           Bodas de Macieira
75           Bodas de Brilhante ou Alabastro
76           Bodas de Cipreste
77           Bodas de Alfazema
78           Bodas de Benjoim
79           Bodas de Café
80           Bodas de Nogueira ou Carvalho
81           Bodas de Cacau
82           Bodas de Cravo
83           Bodas de Begônia
84           Bodas de Crisântemo
85           Bodas de Girassol
86           Bodas de Hortênsia
87           Bodas de Nogueira
88           Bodas de Pêra
89           Bodas de Figueira
90           Bodas de Álamo
91           Bodas de Pinheiro
92           Bodas de Salgueiro
93           Bodas de Imbuia
94           Bodas de Palmeira
95           Bodas de Sândalo
96           Bodas de Oliveira
97           Bodas de Abeto
98           Bodas de Pinheiro
99           Bodas de Salgueiro

100         Bodas de Jequitibá ou Cânhamo

quinta-feira, julho 18, 2013

ELEITA


A TV Purgo anuncia oficialmente, como canal subordinado as funções do governos que a partir de hoje começa o mandato de nossa nova prefeita,
Ilustríssima Senhora Dona Dona Iduína Afonsa Júniara Purgantos Bum 
do PPP; a TV Purga é obrigada a lhe desejar um bom mandato, cheio de desvios nunca pegos, de malandragem governamental e de muitos apadrinhados políticos.

terça-feira, julho 16, 2013

Jornal Purgal: Descoberta fraude da Prefeita Sacha Purga


Foi descoberto pelos Burocratas da central de Burocracia e do Protocolo expediente que a prefeita Sacha Purga desviava parte dos clipes de papel da sua sala para sua casa, chegando a desviar até 420 clipes por mês, a prefeita foi caçada, não podendo sair da cidade e tendo que responder processo pelo desvio, o diretor da Central de Burocracia, que participou da investigação do caso disse que tudo será avaliado o mais rápido possível e talvez em 17 anos saberemos o que era feito com estes clipes.


Eleições Quarta-feira dia 17/07/3096

Como houve o caçamento da atual prefeita Sacha Purga Bum, um novo prefeito será escolhido esta quarta-feira por toda Purgalândia, a votação se inicia às duas horas da manhã e dura até as cinco da manhã, programe-se, lembre que em caso de abstinência de voto, o cidadão será chicoteado em praça pública. Confira os prefeitos indicados por cada partido político:

1.      Iduína Afonsa Júniara Bum(PPP)
2.      Juaquim dos pés Juntos Bolita Purgo Bum (PPPPP)
3.      Patácio Purgo Peixoto (PPPPPP)
4.      Juspútia Akilusja Purgo Bum (PPPPPPP)
5.      Japa dos Ossos de Purgtory (PPPPPPPP)
6.      Caloteiro Ladrão Purgo Bum (PPPPPPPPP)
7.      Predo Tapeçaria X Purguch Bum (PPPPPPPPPP)
8.      Camélíssimo Purguintochino Bum (PPPPPPPPPPPP)


Relatório sobre Cosupriel


Central de Burocracia divulga relatório de 1200 páginas em 4 cadernos e em míseras 2 caixas sobre o caçamento do prefeito Cosupriel Esquilo Bum; este desviava 340 quilos de chuchu ao mês para as conta particular na suécia.

domingo, fevereiro 03, 2013

Costura da Dapinha: Alta Costura


O termo alta-costura muitas vezes é usado sem que se saiba seu verdadeiro significado. Para que uma peça seja, de fato, haute couture, não basta ela ser produzida na França, ela deve ser inteiramente desenvolvida em Paris. Além disso, deve ser feita especialmente para um cliente, de acordo com suas medidas pessoais, utilizando materiais nobres e as mais apuradas técnicas manuais de costura e bordado.

Na França, o termo haute couture é protegido por lei, só pode dizer que produz alta-costura a grife que cumpre todas as regras e que é aceita pela rígida Câmara Sindical da Alta-Costura. Também é preciso ter um ateliê que empregue pelo menos quinze pessoas e mostrar uma coleção de no mínimo 35 looks a cada temporada. A lista de maisons é atualizada e fiscalizada a cada ano por uma comissão do Ministério da Indústria.
Mas o que faz um cliente pagar quantias que chegam a ultrapassar 100 mil dólares por apenas um vestido? Além da exclusividade de ter uma peça única, essas peças chegam a demandar mais de 400 horas de trabalho. A mão de obra é altamente especializada, sendo que muitos dos bordados de grandes grifes, como Chanel e Dior, são realizados pela tradicional casa Lesage, fundada em 1922 por Albert Lesage.



Maisons de alta-costura

Lista oficial das maisons de alta-costura em 2012:
Membros permanentes


  • Adeline André, desde 1997, quando estreou como "membro convidado", embora não tenha desfilado no verão de 2007
  • Atelier Gustavolins,
  • Chanel
  • Christian Dior
  • Christophe Josse, membro convidado a partir de 2007, antes de se tornar membro permanente.
  • Franck Sorbier
  • Giambattista Valli
  • Givenchy (abandonou a alta-costura após o desfile de janeiro de 2010, retornando algum tempo depois)
  • Jean Paul Gaultier
  • Maurizio Galante desde janeiro de 2008.
  • Stéphane Rolland

Membros correspondentes


  • Versace, com a linha Versace Atelier, retornou à alta-costura desde o início de 2012
  • Elie Saab
  • Giorgio Armani (com a linha Armani Privé)
  • Maison Martin Margiela (para sua linha artesanal)
  • Valentino

Membros convidados

Esta categoria existe desde 1998, para lançar novas marcas francesas e estrangeiras de luxo.

  • Alexandre Vauthier (desde janeiro de 2011)
  • Alexis Mabille (membro convidado desde julho de 2007)
  • Bouchra Jarrar anteriormente ligado a Balenciaga, depois a Lacroix (membro convidado desde 2010)
  • Iris Van Herpen (membro convidado desde julho de 2011)
  • Julien Fournié (membro convidado desde janeiro de 2011)
  • Maison Rabih Kayrouz (membro convidado desde julho de 2008)
  • Yiqing Yin (membro convidado desde janeiro de 2012)
  • Joalheria
  • Boucheron
  • Chanel Joaillerie
  • Chaumet
  • Dior Joaillerie
  • Van Cleef & Arpels

Acessórios

On Aura Tout Vu, maison de accessórios (joias) e costura, de Yassen Samouilov e Livia Stoianova, que desfila durante a Semana da Alta-Costura em Paris. Membro convidado desde julho de 2004.


LUXO NO FINAL DA GUERRA



Em 1939, existiam setenta casas registradas em Paris, incluindo grandes estabelecimentos como Chanel, Elsa Schiaparelli e Balenciaga. A indústria sofreu muito durante a Segunda Guerra Mundial e com a ocupação de Paris pelas tropas alemãs, que fechou as portas de diversas maisons e fez as vendas internacionais quase desaparecerem. (Masions são os estilistas)
Os alemães chegaram, inclusive, a planejar a “mudança” do mundo da alta-costura para Berlim, porém Lucien Lelong, então presidente da Câmara Sindical da Alta-Costura, bateu o pé e saiu vitorioso: “É em Paris ou não será em lugar nenhum”.
Passada a guerra, no dia 12 de fevereiro de 1947, Christian Dior abriu as portas de sua maison. Sua coleção era a antítese da rígida moda dos tempos de confronto. Os modelos com cintura marcada e saias volumosas foram batizados por Carmel Snow, então editor da revista americana Harper’s Bazaar, como New Look.
A quantidade de tecido necessária para se produzir um vestido no estilo New Look causou revolta em Londres, onde as regras de racionamento da época de guerra ainda eram válidas em 1947. A coleção foi apresentada secretamente à Rainha Elizabeth e a outros membros da realeza britânica na embaixada francesa em Londres. Embora inicialmente condenado pelo British Board of Trade, órgão de comércio do Reino Unido, o New Look e a alta-costura acabaram ganhando popularidade, especialmente depois que a Princesa Margaret aderiu à moda. O sucesso internacional foi tamanho que em 1949 somente a Dior era responsável por 5% do valor das exportações francesas.
Vestidos Charles Frederick Worth, 1887. 
REPRODUÇÃO/METROPOLITAN MUSEUM OF ART NEW YORK

A CHEGADA DO READY-TO-WEAR

Com o tempo, pequenas lojas no térreo dos ateliês de alta-costura ficaram cada vez mais comuns. Elas vendiam cosméticos, perfumes, joias, malhas e acessórios fabricados pelas maisons. Em 1966, Yves Saint Laurent separou os dois mundos. O estilista abriu sua primeira butique de ready-to-wear, seguindo a nova tendência de consumo rápido que impera até hoje.
Atualmente, poucas grifes são consideradas membros da Câmara Sindical da Alta-Costura: Chanel, Christian Dior, Givenchy e Jean Paul Gaultier são as mais famosas. Além disso, existem os membros convidados a desfilar, como Alexis Mabille, Giambattista Valli e Iris Van Herpen. Há também os membros representantes, que participam da semana de moda “representando” a alta-costura de outros países. São eles: Giorgio Armani Privé, Elie Saab e Valentino.
Mas com preços nas alturas e uma lista de clientes restrita a poucas centenas de milionários, como as casas de alta-costura se sustentam? Mais do que gerar lucro, os desfiles couture servem para promover a imagem da grife e seus outros produtos. “A primeira fonte de renda de uma maison são seus perfumes. Em segundo lugar, vem a linha de cosméticos. Em seguida, os acessórios. Depois vem a linha de prêt-à-porter e só depois o lucro das peças de alta-costura”, explica o professor e historiador de moda João Braga.
Vestido Jacques Fath, 1948. 
REPRODUÇÃO/VICTORIA & ALBERT MUSEUM
Vestido Jean Dessès, 1953. 
REPRODUÇÃO/VICTORIA & ALBERT MUSEUM

IMPORTÂNCIA DA ALTA-COSTURA

Grande parte das inovações e extravagâncias dos desfiles de alta-costura nunca chegará a ser usada, tendo como destino os arquivos das maisons. Mais do que apresentar roupas para serem vestidas, as semanas de alta-costura servem como ricas fontes de ideias. “Alta-costura é a parte mais elevada do prêt-à-porter. É um trabalho da grife que deseja preservar seu savoir faire”, explica Didier Grumbach, atual presidente da Câmara Sindical da Alta-Costura. “Alta-costura se transformou em um laboratório que confere importância e novas ideias ao calendário da moda”, completa Grumbach.
Gustavo Lins, único brasileiro a constar atualmente como membro da Câmara Sindical da Alta-Costura, é da mesma opinião. “A alta-costura é um grande laboratório de formas, sensações e códigos. Ela serve para alimentar a industria da moda com ideiais e imagens fortes. É uma locomotiva que puxa vários vagões”, explica.
Apesar de ter que obrigatoriamente ser produzida em Paris, a alta-costura não precisa ser feita por franceses. Gustavo não é o único estrangeiro nesse luxuoso universo: o alemão Karl Lagerfeld é o responsável pelas criações da maison Chanel e o italiano Riccardo Tisci, pela Givenchy. “A alta-costura é cosmopolita e gosta de pessoas de toda parte do planeta, desde que tenham talento e algo a dizer de diferente”, afirma o estilista brasileiro.
Alexis Mabille, verão 2011. 
FOTOSITE






fonte: http://modaspot.abril.com.br/cultura-fashion/a-historia-da-alta-costura

quarta-feira, janeiro 02, 2013

Costura da Dapinha: Gravata

Ela surgiu na França do final do século XVII. Tradicionais lançadores de modas, os franceses adaptaram uma peça do vestuário de um regimento croata, de passagem por Paris em 1668, para o uso diário nas ruas. Os croatas usavam um cachecol de linho e musselina que mantinha o pescoço fresco no verão e quente nos dias mais amenos de inverno (quando o frio se intensificava, era trocado por um modelo de lã). Na França, o adereço passou a ser fabricado em linha ou renda. Era usado com um nó no centro, como a gravata moderna, e tinha duas longas pontas soltas. A indumentária, usada tanto por homens quanto por mulheres, recebeu o nome de cravate, que significa "croata" em francês. Muito antes disso, porém, no século I a.C., os soldados romanos já usavam algo parecido: um cachecol úmido, amarrado no pescoço nos dias mais quentes. Mas, com o fim do Império Romano, esse hábito acabou caindo no esquecimento e só ressurgiu séculos mais tarde, para ganhar definitivamente as ruas.
Nós

Existem dezenas, mas os mais conhecidos são sem dúvida o Nó de Windsor, o Meio-Windsor, o Nó Americano ("Four-in-Hand") e o Nó de Shelby, também conhecido com Nó de Pratt.
Os nós de gravata são invariavelmente executados com movimentos da ponta mais larga da gravata, partindo de uma posição inicial em que ambas as pontas ficam caídas ao longo do corpo, até um ponto que varia conforme o comprimento da gravata e a complexidade do nó desejado. Os nós mais usados iniciam-se com a costura da gravata voltada para dentro, mas existem alguns excelentes nós de gravata (como o Nó Ordinário e o Nó de Shelby (ou de Pratt)) que precisam ser iniciados com a costura exposta para fora.
Curiosamente, o nó mais simples possível é pouco conhecido. É chamado, na análise de Fink e Mao, "nó 3.1" e, pelos franceses, "Petit Noeud". Talvez isso se deva ao facto de, ao contrário dos nós de gravata mais conhecidos, o "Nó Ordinário" ser iniciado com a costura da gravata exposta para fora em vez de voltada para o corpo, e o movimento inicial é feito por baixo da ponta mais estreita (em vez de por cima). A seguir, a ponta larga é movida horizontalmente por cima para o lado oposto do corpo, e por fim completa-se o nó propriamente dito ao passar a ponta larga por dentro do anel assim formado, descendo-o em seguida por entre o anel e o laço horizontal que foi formado inicialmente. Nesse ponto resta apenas ajustar o comprimento e a tensão do nó. O resultado final é literalmente apenas um nó simples em volta da ponta estreita da gravata, mas em muitos sentidos é mais satisfatório do que o popular nó americano.